Fonte: Ambiente Energia - 31.01.2012
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Brasil - Uma empresa do ABC Paulista instalou equipamento que converte a luz solar em energia elétrica, permitindo economia de 10% no consumo mensal de energia da unidade. Conhecido como inversor fotovoltaico on-grid, o equipamento instalado tem potência de 5 kW, chegando a gerar até 1.140 kW/hora por mês.
“Esse valor representa cerca de 10% do consumo mensal que temos em nossa unidade”, frisou Thiago Matsumoto, gerente de engenharia de aplicação da Lacerda Sistemas, empresa fabricante de equipamentos de energia condicionada, na qual o sistema foi instalado, localizada em Santo André (SP). Diferentemente dos inversores solares com baterias (off-grid), utilizados em radares de velocidade e em comunidades afastadas, o inversor fotovoltaico on-grid trabalha em conjunto com a rede da concessionária de energia. O sistema funciona através da captação da luz do sol por placas fotovoltaicas constituídas de silício cristalino que converte, em conjunto com o inversor, o calor em energia elétrica. Matsumoto lembrou que a produção de energia através de sistemas solares em países como os Estados Unidos é bastante difundida. “Quando os proprietários produzem mais energia do que consomem recebem dividendos das concessionárias por disponibilizar mais energia na rede elétrica urbana. Esse processo é conhecido como tarifa ‘Net metering’”, explicou o gerente da Lacerda Sistemas. “No Brasil ainda não há legislação, normatização técnica e tipo de tarifação que será utilizada nesses casos. Uma das principais ações que o setor fotovoltaico está buscando é a inserção dessa fonte na matriz energética brasileira. Essa questão está bastante avançada junto aos órgãos governamentais. A partir dessa regulamentação será possível a viabilidade dessa energia em larga escala no país”, declarou o engenheiro. Além do formato de tarifação utilizado pelos americanos, existe o sistema chamado de “Feed-in”, utilizado em diversos países, entre eles a Alemanha. Nesses casos, toda energia elétrica gerada em sistemas fotovoltaicos pode ser “vendida” para a concessionária de energia através de tarifa prêmio, gerando uma cobrança diferenciada na conta de energia mensal. |
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Conversor solar: economia de energia
Ampla dá dicas de consumo consciente com Teatro de Rua
Fonte: Jornal do Brasil - 03.02.2012
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Rio de Janeiro - Niterói e São Gonçalo são as cidades que recebem o projeto “Cultura na Rua – Dicas de Um Dia Consciente”, realizado pela distribuidora de energia Ampla em parceira com a Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, de 06 a 10 de fevereiro.
Artistas de teatro de rua, uma das manifestações mais tradicionais de arte popular, apresentarão esquetes divertidos com situações do dia a dia mostrando que é possível utilizar os recursos naturais – e consumir em geral – sem desperdício e de forma segura. A trupe formada por oito artistas visitará uma cidade por dia e se revezará em diversas apresentações de 20 minutos em pontos movimentados das localidades, que receberão um micro-ônibus itinerante com os personagens. A plateia terá seu momento de estrela, já que poderá interagir por meio de um quiz de perguntas e respostas de forma bem descontraída. Assim, cada morador terá a chance de mostrar o “artista” que tem dentro de si. Além disso, o público receberá uma revista, com histórias em quadrinhos, que trará dicas de consumo consciente e de segurança. Em breve, o projeto também ganhará as ruas de Cabo Frio, Itaboraí e Petrópolis. |
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Tipos de lâmpadas e suas indicações
Fonte: M de Mulher - 06.02.2012
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Brasil - Para iluminar casas e apartamentos, quatro tipos de lâmpadas são mais usados. Além da diferença do tipo de luz que emitem, elas também diferem no consumo de energia e durabilidade. Confira como elas funcionam e escolha a ideal para cada cômodo da sua casa.
Lâmpada incandescente A lâmpada incandescente é considerada a mais comum - usada há anos nas casas brasileiras. Possui um filamento de metal que, quando recebe a energia, emite a luz, que é amarelada. "Está sendo cada vez menos usada porque consome muita energia, para gerar pouca iluminação. Apenas 5% da eletricidade que ela usa vira luz, o restante transforma-se em calor", explica Ugo Nitzche, arquiteto e light designer. E esse é seu segundo ponto negativo: quando muitas lâmpadas incandescentes são usadas em um ambiente, elas tendem a aquecer o espaço. Mas elas ainda estão presentes em muitas casas brasileiras, seja na iluminação geral, ou em luminárias e abajures, ou dentro de sancas (nichos feitos normalmente de gesso). Existem também as lâmpadas incandescentes refletoras, que direcionam a luz, pois têm uma pintura refletora na sua lateral. As lâmpadas incandescentes duram no máximo mil horas, mas podem queimar antes desse tempo por motivos variados, como superaquecimento. Lâmpadas halógenas Com gases dentro do bulbo, as lâmpadas halógenas produzem um tipo de luz mais direcionada. "Muitas possuem variedade no ângulo do facho de luz, possibilitando destacar um objeto ou detalhe do ambiente", diz a lighting designer Nidia Borelli. Elas usam menos energia que as incandescentes, mas também esquentam e não são indicadas para iluminação geral de ambientes. Existem vários tipos de lâmpadas halógenas: dicróicas, PAR, AR e outras. Lâmpadas fluorescentes As lâmpadas fluorescentes se popularizaram no Brasil na época do apagão, pois são uma alternativa mais econômica. Elas podem gerar até oito vezes mais luz com a mesma quantidade de energia, se comparadas com as incandescentes. Toda lâmpada fluorescente precisa de um reator para funcionar. Elas podem ser tubulares (tubos longos, comumente usados em cozinhas e escritórios) ou compactas (que podem vir com o reator embutido e ser colocadas no mesmo bocal da incandescente). A luz emitida pode ser tanto branca, quanto amarela e, em ambos os casos, a lâmpada não esquenta demais. Nidia Borelli afirma que esse tipo de lâmpada é muito versátil e abre inúmeras possibilidades de aplicação: plafons (luminárias de embutir ou que são usadas sobrepostas), pendentes, embutidos e até efeitos na arquitetura como sancas, nichos e rasgos nas paredes. LEDs Segundo os arquitetos e decoradores, os LEDs são as lâmpadas do futuro. Estão cada vez mais populares, mas ainda não ganharam muita fama devido ao preço de cada lâmpada, que pode ultrapassar R$ 90. Seu sucesso se deve ao seu baixíssimo consumo de energia, inferior inclusive ao das fluorescentes e até 85% menor que o das incandescentes. Além disso, sua durabilidade, que pode chegar a 50 mil horas, tem impulsionado sua fama. Os LEDs geram pouca luz e são normalmente usados dentro de sancas ou para compor efeitos visuais. Para iluminar um ambiente todo, são necessários muitos LEDs. Mas há promessa no mercado de que sua luminosidade aumente em 50% em dois anos. Apesar de seus altos preços, os LEDs costumam compensar no custo benefício porque reduzem a conta de energia e duram muito, exigindo pouca manutenção. Mas na hora de comprar um LED é necessário atenção: o mercado está repleto de marcas e nem todas são de qualidade. É necessário pedir referência a um profissional da área para saber qual comprar. |
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Centésima concessionária Iveco é também a primeira sustentável
Fonte: Segs - 04.12.2011
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São Paulo - Depois de abrir em média 10 concessionárias por ano nos últimos cinco anos, a Iveco, a fabricante de caminhões que mais cresce no Brasil, inaugurou no dia 1º de dezembro sua centésima concessionária no país. A Iveco Mercalf, que fica em Jundiaí (SP), é também a primeira concessionária sustentável – ou “verde” – do país. “Talvez a mais verde do mundo”, sugere Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America. “Não temos referências de outra casa com todas as características de sustentabilidade mostradas pela Mercalf”, explica. “Completar 100 concessionárias estrategicamente distribuídas por todo território nacional é um momento importante para a empresa e seus clientes, e chegar a este ponto unindo serviço e responsabilidade social é muito relevante como posicionamento de marca”.
A Mercalf Jundiaí, localizada em um dos pontos de melhor acesso da região, foi erguida sob um conceito amplo de sustentabilidade, da ocupação do solo até as soluções de construção, da utilização econômica de energia ao reaproveitamento de água e outros materiais. Entre seus muitos destaques está o “telhado verde”, que recupera água de chuva e contribui para a redução da temperatura ambiente do showroom, reduzindo a necessidade de uso de ar condicionado. Energia solar é usada para aquecer a água de lavagem dos caminhões, o que diminui o uso de produtos químicos na limpeza dos veículos. O sol também alimenta as baterias dos postes de iluminação do pátio externo. Os uniformes dos empregados são feitos com uma porcentagem de fibras extraídas da reciclagem de garrafas PET. A concessionária “verde” foi erguida ao custo de R$ 12 milhões por iniciativa dos empresários Hélio e Cristina Cangueiro, que já são concessionários Iveco há 10 anos, com uma casa em Sumaré (SP). “Começamos pensando na acessibilidade dos portadores de necessidades especiais e avançamos com a ideia da sustentabilidade”, explica Cristina. “O projeto contagiou a todos e começamos a receber sugestões de funcionários e da Iveco”, conta ela. “Ficamos entusiasmados e exploramos todas as possibilidades”, afirma seu marido Hélio. “Ficou entre 10% e 15% mais cara que uma concessionária normal, mas valeu a pena”, diz ele. Hélio e Cristina agora buscarão a certificação ambiental da concessionária. Enquanto isso, as muitas soluções já adotadas na Mercalf Jundiaí abrem o caminho para novas concessionárias sustentáveis Iveco no país. “Vamos estudar as melhores práticas adotadas pela Mercalf e propor a adoção das mesmas às outras casas da rede Iveco no Brasil”, informa Airton Vieira Pinto, presidente da Associação dos Concessionários Iveco (ANCIVE). Sustentabilidade começa com menos desperdício O conceito da sustentabilidade esteve presente na construção da Mercalf Jundiaí desde o primeiro dia da obra, iniciada há um ano e meio. “Começamos pela menor geração possível de resíduos”, diz Cristina. A terra resultante do corte do talude lateral foi usada para compensar a grande inclinação existente no terreno original, de forma que todo o piso da área da concessionária supera em um metro a altura do nível da rua. “Assim dispensamos o uso de basculantes para tirar a terra daqui”, explica. Ao ser cortado, o talude recebeu, de imediato, degraus hidráulicos e vegetação para evitar desmoronamentos. “Foi a primeira coisa a ficar pronta”. Foi uma construção “limpa”, com técnicas modernas. As colunas de concreto de sustentação da área de oficina, por exemplo, foram construídas com tubulações de papelão ao invés do tradicional uso de armações de madeira (que ao final da obra é descartada). “O papelão é reciclável”, lembra Cristina. As formas para as estruturas de cimento ou foram alugadas ou feitas de madeira de origem certificada. “A madeira que foi enviada para fornos de olarias da região virou combustível”. Com cálculo criterioso, comprou-se só o material necessário. No caso das ferragens, o resíduo final foi ínfimo, e o que sobrou foi usado na confecção de grades e ralos para as galerias pluviais. A área de funilaria, aos fundos do terreno, é recoberta com uma estrutura metálica de 500 metros quadrados reaproveitada de um prédio demolido. As paredes são de blocos de concreto pintados de branco. As tubulações de fiação, tomadas e interruptores de luz são aparentes. “Evitamos usar reboco e acabamento, o que não faz falta”. O sol como parceiro sustentável Dentro do padrão visual da rede Iveco, o showroom tem área envidraçada projetada para receber o máximo de incidência da luz solar matinal. “Jundiaí fica na região de maior insolação do estado de São Paulo e vamos nos aproveitar disso para reduzir o uso de luz elétrica”, comenta Cristina. Claraboias e telhas translúcidas foram utilizadas sempre que possível. Domus com ventilação também foram adotados para permitir a passagem constante do ar. Como insolação também resulta em calor, 200 metros quadrados da cobertura do showroom e da área administrativa da concessionária é do tipo “green roof”, ou telhado verde, que reduz em até 6° Celsius a temperatura no ambiente imediatamente inferior, exigindo menor uso do ar condicionado. O “telhado verde” é um gramado construído sobre camadas de materiais orgânicos e minerais reciclados, que filtram e recolhem água de chuva, armazenada em cisternas, para posterior utilização nos sanitários. O telhado verde ajuda ainda no isolamento acústico. Dentro do showroom há uma “parede verde”, uma espécie de gramado vertical com plantas ornamentais que consome apenas dois litros de água por dia (por meio de um sistema de gotejamento construído especialmente para irrigá-las). Além do grande apelo estético, ela também ajuda na redução da temperatura ambiente e na manutenção da umidade natural do ar. Células fotovoltaicas convertem a luz do sol em energia para os postes de iluminação do pátio externo. Painéis solares são usados para o aquecimento da água do vestiário dos empregados, onde foram instalados chuveiros “híbridos”, solar-elétrico. “Ao abrir a torneira, primeiro vem a água aquecida pelo Sol e, à medida em que ela for se esgotando, um termostato aciona a energia elétrica para o final do banho”, comenta Cristina. Água quente oriunda de painéis solares também é usada na lavagem de caminhões, pois a água aquecida é melhor para quebrar moléculas de gordura e dissolver impurezas na carroçaria dos caminhões. Espera-se uma redução de mais de 10% no volume de água utilizada por veículo. “A economia pode chegar até 600 litros de água/dia”, calcula Cristina. “Além disso, cai em até 50% a necessidade de desengraxantes e outros produtos químicos para completar o serviço”. Um cuidado especial com a água Embora o terreno possua dois poços com grande vazão, a água foi objeto de grande preocupação dos empresários Cangueiro. “A ideia é não desperdiçar nenhuma gota”, reflete Cristina. O terreno de 15 mil metros quadrados foi totalmente recoberto por blocos intertravados e concregrama (forma de concreto vazada com grama), instalados sobre uma camada flutuante de areia que permite absorção natural da água da chuva, evitando a impermeabilização do solo e a sobrecarga de galerias fluviais públicas. O telhado da área de oficina, de grandes dimensões, tem calhas dedicadas para o recolhimento da água de chuva, acumulada em uma caixa d’água de 15 mil litros não potável, para a lavagem de pátios, caminhões, reúso em bacias sanitárias e irrigação dos jardins. “Quando alguém pára para pensar e percebe que uma concessionária gasta milhares de litros de água por dia pode-se entender a necessidade da economia”. Todas as torneiras têm sistema de temporizador, com o que é possível economizar 20% em relação à torneira comum. Além disso, reduz-se as chances de uma torneira ficar aberta. “Uma torneira pingando durante um mês pode gastar milhares de litros de água”. Por sua vez, as bacias sanitárias (que representam entre 50% a 70% do total de água utilizada para o consumo humano em prédios comerciais) tem caixas de descarga de dois fluxos (de três ou seis litros), o que economiza até 40% em volume de água. Projeto avançou com sugestão de empregados Soluções exigidas pela legislação ambiental em vigor, como o separador de água e óleo (conhecidos simplesmente como SAO), foram naturalmente previstas desde o momento em que a ideia da concessionária sustentável começou a nascer. Com o SAO, por exemplo, o óleo e a graxa que contaminam a água de lavagem de veículos, de oficinas e de máquinas são separados da água. Esse resíduo é armazenado e já tem destino certo: uma empresa especializada na produção de mantas asfálticas (como a utilizada, por exemplo, na base de isolamento do “telhado verde”). “Porém, à medida em que avançamos com a obra, surgiam sugestões de todos os lados e conseguimos fazer mais com a ajuda de todos”, comenta Cristina, revelando que o projeto entusiasmou todos os empregados da empresa. Muitas das ideias surgidas neste processo foram adotadas. Uma delas é o uso de portas feitas de madeira de reflorestamento. Outra é a adoção de uniformes dos empregados feitos com um tecido que tem em sua composição uma porcentagem de fibras oriundas da reciclagem de garrafas PET. Mais uma ainda é a adoção, para cada funcionário, de uma caneca de cerâmica para o consumo de água, o que vai reduzir drasticamente o uso de copos plásticos. Árvores frutíferas (banana, laranja, limão e manga) serão usadas no paisagismo. “Até o convite para a festa de inauguração entrou neste espírito: ele é feito de papel com semente, que plantado gera uma flor”, informa Cristina. “Para quem começou pensando apenas na acessibilidade, chegamos longe na sustentabilidade”. Em tempo: a Mercalf Jundiaí conta com rampas de acesso, elevador especial, banheiros adaptados com barras de apoio para cadeirantes, chão com auto-relevo e sinalizadores de portas para deficientes visuais e muitas outras soluções já tradicionais neste universo de atenção. “Temos um filho com necessidades especiais e foi pensando nisso que chegamos tão longe. Estamos felizes e orgulhosos”, conclui Cristina Cangueiro. |
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Tribunal recebe moção por campanha de racionamento
Fonte: 24horas News - 29.11.2011
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Mato Grosso - O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, na pessoa do presidente, desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, recebeu uma moção de congratulação da Assembleia Legislativa em razão da campanha Obtendo Mais com Menos – Reduza, Reuse, Recicle, voltada às 79 comarcas do Estado. De autoria do deputado Emanuel Pinheiro, a homenagem visa reconhecer os esforços empreendidos pelo Poder Judiciário Estadual na busca de economia dos recursos públicos e também na preservação do meio ambiente.
Na justificativa apresentada em plenário, o parlamentar ressaltou a economia de energia promovida em algumas comarcas do estado após estímulo à alteração de hábitos dos servidores e magistrados, além do monitoramento do consumo. A campanha Obtendo Mais com Menos – Reduza, Reuse, Recicle foi lançada no dia 19 de outubro e contou com o apoio do presidente do TJMT, que destacou a importância da participação de todos para que a meta de reduzir em 10% o consumo anual de energia seja alcançada. Dados - Em um ano, o Fórum de Cuiabá economizou cerca de R$ 280 mil na conta de energia elétrica, o Fórum de Alto Araguaia (415km ao sul da Capital) reduziu 21% do consumo energético mensal e o Fórum de Araputanga (345 km a oeste) conseguiu diminuir em 23% o valor da conta de luz em um mês. Esses são apenas alguns resultados alcançados pelo Poder Judiciário de Mato Grosso após estímulo à alteração de hábitos dos servidores e magistrados e monitoramento do consumo. Simbolizando o lançamento da campanha, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e coordenadores do TJMT receberam dos membros da Comissão de Gestão e Desenvolvimento de Programas de Racionalização do Poder Judiciário (CGRPJ). “O Poder Judiciário está empenhado em preservar o meio ambiente e para que possamos obter resultados positivos todos precisam abraçar a campanha”, assinalou o desembargador presidente à época do lançamento da campanha, que literalmente vestiu a camisa da iniciativa. Essa é a sexta edição da campanha permanente de racionalização do Poder Judiciário, que é coordenada pela CGRPJ. A medida atende a Recomendação nº 11/2007 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mas vem sendo implementada no TJMT desde 2004. “Antecipamos a recomendação do CNJ e avançamos muito nesses anos”, observa o presidente do Tribunal. “Esse ano fechamos convênio com a Rede Cemat para acompanhar a eficiência energética das comarcas de Cáceres, Barra do Garças, Várzea Grande e Rosário Oeste. A empresa verificou quais equipamentos eram obsoletos para serem substituídos, sem ônus para o Tribunal. O resultado está aparecendo agora”, enfatizou o desembargador. |
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Inscrições prorrogadas para o Programa Itaú Ecomudança
Fonte: Portal Fator Brasil - 02.12.2011
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São Paulo - O prazo de inscrições para o Programa Ecomudança foi prorrogado até 15 de dezembro. O programa fomenta projetos de organizações sem fins lucrativos com foco na redução de emissões de gases de efeito estufa. Desde 2007, o Itaú oferece a seus clientes a possibilidade de aplicar seus recursos financeiros nos Fundos Itaú Ecomudança (fundos DI e RF), que revertem 30% da sua taxa de administração a projetos de redução de emissões de CO2.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do site www.itau.com.br/ecomudanca. A análise dos projetos inscritos será realizada em quatro etapas e a seleção final é realizada por um conselho formado por especialistas do mercado e da área de sustentabilidade, dirigentes de renomadas instituições e do Itaú Unibanco. Nesta edição 2011/2012, o investimento para projetos selecionados por meio do edital envolverá o total de até R$ 437 mil nos temas de Eficiência Energética, Energias Renováveis, Florestas e Manejo de Resíduos. "Desde 2007 já foram investidos mais de R$ 1,7 milhão em 10 projetos e uma parceira institucional. Como instituição signatária do PRI (Princípios de Investimentos Responsáveis da ONU), temos um papel de indutor e influenciador nas questões socioambientais", afirma Cláudio Sanches, diretor de Produtos de Investimento e Previdência do Itaú Unibanco. Descrição detalhada dos temas: .Eficiência Energética: racionalização do uso de energia elétrica e térmica, ou aumento da eficiência energética de equipamentos de uso final de energia; .Energias Renováveis: substituição de combustíveis não-renováveis por fontes renováveis, emprego de energias renováveis: biomassa, solar, eólica, hídrica etc.; .Manejo de Resíduos: redução na geração de resíduos sólidos, projetos de reciclagem, instalação de biodigestores, compostagem, reúso e outras iniciativas. .Florestas: iniciativas inovadoras para a recuperação de florestas nativas ou redução do desmatamento (projetos de redução de emissões de CO2 por redução do desmatamento e da degradação florestal). Projetos apoiados na edição 2010/2011 - A edição 2010/2011 do Programa Ecomudança selecionou cinco projetos: Projeto Saúde & Alegria (PA) em ação para recuperação de sistema de energia solar; Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (PE), que destinou os recursos para instalação de 80 fogões à lenha eco-eficientes; Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (AM) e Iniciativa Verde (SP), para implantação de sistemas agroflorestais e Conselho Indígena Cinta Larga (RO), para construção de um viveiro de mudas. O valor destinado aos projetos selecionados por meio do edital corresponde a até 15% da taxa de administração dos Fundos Ecomudança. O valor restante dos 30% da taxa de administração é destinado a uma parceria institucional, aprovada pelo Conselho Consultivo do Programa Ecomudança, com uma organização não-governamental, que também trabalha com projetos de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE). |
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Nova etiqueta energética para eletrodomésticos
Fonte: Green Savers - 02.12.2011
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Portugal - A partir de agora, todos os aparelhos de refrigeração e televisores colocados no mercado desde novembro têm de apresentar, de forma visível, a nova etiqueta energética. Para máquinas de lavar roupa e louça, a regra passa a vigorar a partir de 20 de dezembro. Até agora, a nova etiqueta encontrava-se em fase de implementação voluntária, mas, após o fim das datas determinadas, os fornecedores serão obrigados a utilizá-la no mercado europeu.
Em finais do ano passado foi criada uma nova legislação para a etiqueta energética, que indica a eficiência de um eletrodoméstico em termos de consumo de energia. O nível de exigência subiu, sendo que alguns equipamentos passarão a ter sete classes (de A+++ a D) e outros chegarão mesmo às dez (de A+++ a G). Assim, para todos os estados-membros da União Europeia, as máquinas de lavar roupa, louça, os equipamentos de refrigeração por compressão e os televisores (que nunca tinham recebido etiqueta) passam a ser divididos em sete classes. O texto dará lugar a pictogramas, para que possa ser estendida a toda União Europeia sem que se ponha a barreira da língua, e deverá ser fornecida uma etiqueta completa com cada unidade de produto. Além disso, será obrigatória a presença da informação de ruído em todos os produtos em que este critério seja importante. |
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Norma indica como obter economia no dimensionamento de condutores
Fonte: Segs - 04.12.2011
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Brasil - Sem dúvida, o ponto primordial de uma instalação elétrica é que ela atenda plenamente as necessidades do usuário com qualidade e segurança. No entanto, outros fatores têm conquistado espaço no mercado, como a busca por eficiência energética. Assim, além de projetos bem dimensionados, cresce o volume de soluções capazes de baixar o consumo de eletricidade, mantendo um alto nível de performance.
Nesse contexto, a SIL – uma das principais fabricantes brasileiras de fios e cabos destinados às instalações elétricas com tensões até 1kV – observa que mais um passo importante foi dado na busca por mais eficiência nas instalações. Dessa vez, o avanço ocorreu na parte normativa, com a publicação, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), da norma NBR 15920: “Cabos elétricos – Cálculo da corrente nominal – Condições de operação – Otimização econômica das seções dos cabos de potência”. Mais que uma simples norma, esta NBR surge como ferramenta eficaz para a escolha econômica dos fios e cabos com base em perdas elétricas por aquecimento, chamado de efeito Joule, que ocorre quando a corrente elétrica percorre o condutor e transforma energia elétrica em energia térmica. Ela aplica-se para o dimensionamento em instalações de baixa e média tensão que utilizam cabos isolados em PVC até 6kV e em EPR e XLPE para tensões maiores. A NBR 15920 não substitui as tradicionais normas de instalações elétricas, como a NBR 5410. Ao contrário, ela chega para somar. “No dimensionamento tradicional de uma instalação elétrica, feito de acordo com a NBR 5410, a capacidade máxima de corrente de uma seção nominal é baseada na máxima temperatura de operação do isolante, sendo que no caso de condutores isolados de PVC, a temperatura máxima é de 70ºC; já nos cabos isolados em EPR ou XLPE, a temperatura máxima é de 90ºC. Além dessa capacidade máxima, outros fatores que fazem baixar esse valor máximo de corrente em um circuito específico devem ser levados em consideração, entre eles, a temperatura ambiente e o agrupamento de condutores. A NBR 15920 traz mais uma variável a esta análise, que é o custo das perdas por efeito joule durante a vida útil do condutor”, explica Nelson Volyk, gerente de engenharia e qualidade da SIL. Vantagens a médio e longo prazo Uma das principais características da NBR 15920 é que, em lugar de considerar apenas o montante inicial investido na aquisição dos condutores elétricos, ela permite que o profissional que irá executar o projeto avalie também os custos originários das perdas de energia por efeito joule, decorrentes das temperaturas operacionais permitidas pelos materiais isolantes durante toda a vida útil do condutor. Em outras palavras, essa nova norma possibilita ganhos econômicos ao longo do tempo, sem abrir mão da segurança e qualidade da sua instalação. “Uma seção nominal maior do que aquela que seria escolhida baseada apenas no mínimo custo inicial conduz a uma menor perda de energia por efeito joule para a mesma corrente. Quando considerado pela duração de sua vida útil, fica evidente a economia”, comenta Volyk, lembrando que a seção econômica do condutor é aquela obtida quando a soma dos custos futuros das perdas de energia com os custos iniciais de compra e instalação são minimizados. Cálculo da seção A NBR 15920 apresenta dois métodos para o cálculo da seção econômica, sendo que ambos seguem os mesmos conceitos financeiros. O primeiro baseia-se em uma condição de instalação específica: é feita a análise para uma série de seções de condutores e calcula-se uma gama de correntes econômicas para cada uma das seções de condutor. Então, é selecionada aquela cuja faixa contém o valor requerido para a carga. O segundo método é mais adequado quando apenas uma instalação está sendo analisada e dimensionada. Ele consiste em calcular a área da seção transversal ótima para cada carga exigida. A partir daí, é possível selecionar a seção nominal do condutor mais próxima. Em uma instalação residencial, as seções de condutores de tomadas de uso geral e iluminação seguem os critérios definidos na NBR 5410. “Portanto, as residências não são o principal foco da NBR 15920, que tem como prioridade as instalações de maior consumo de energia. Importante ressaltar que esta norma não é simples e seus cálculos são complexos”, informa Volyk. |
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Placas solares começaram a ser instaladas em Pituaçu na sexta-feira, 2 de dezembro
Fonte: Correio da Bahia - 02.12.2011
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Bahia - Depois de ser aprovado em 2010 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o projeto de instalação de placas solares fotovoltaicas no Estádio de Pituaçu, em Salvador, começou a virar realidade na sexta-feira, 2 de dezembro. A ideia, que é pioneira na América Latina, está sendo executada sob a responsabilidade da Coelba, empresa do Grupo Neoenergia, em parceria com o governo da Bahia. O objetivo é que preliminarmente sejam gerados, somente com a captação da luz solar, cerca de 630 MWh/ano (megawatts-hora/ano), o que representa uma economia anual de R$ 120 mil.
Os investimentos previstos para a realização da obra são de R$ 5,5 milhões. Deste total, R$ 3,8 milhões partem diretamente da Coelba e os outros R$ 1,7 milhões são do estado. Uma das expectativas é que, com a finalização do projeto, o excedente de energia gerada no Estádio possa ser compensado do consumo de energia elétrica da sede da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). O Sistema Solar Fotovoltaico deverá fornecer somente para Pituaçu energia de 400 kWp (quilowatts-pico) - medida específica de geração de energia solar. Para alcançar este resultado, o consórcio formado pelas empresas brasileiras Ecoluz e pela alemã Gehrlicher, responsável pelo fornecimento do projeto executivo, instalará os módulos fotovoltaicos, inversores CC-CA, subestações elevadoras e sistema de medição e aquisição de dados. Além disso, deverão ser utilizados módulos flexíveis de filmes finos de silício amorfo, em função da carga em parte das estruturas existentes. Outras mudanças - Em paralelo às instalações, a Coelba também pretende trocar os atuais projetores de iluminação convencional por projetores com lâmpadas de plasma. Serão investidos cerca de R$ 1,2 milhão e a economia de energia elétrica será de 67 MWh/ano. A previsão é de que, em março de 2012, também sejam implementados 160 refletores de plasma de 1.850 W (watts), aumentando a luminosidade e a eficiência dos 192 refletores atuais. A nova iluminação do Estádio, que hoje é de 597 lux (quantidade de luz por m2) e passará a ser de 1.200 lux, contribuirá também para melhorar as transmissões televisivas. As novas lâmpadas foram escolhidas pelo caráter ecológico, uma vez que não possuem mercúrio. Os objetos também são mais duradouros e passaram a durar cerca de 60 mil horas, 10 vezes mais do que as de vapor metálico. Quanto a iluminação de plasma, a mudança foi aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e será executada em parceria da LG iluminação e do governo estadual. |
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Campus vai ganhar novo sistema de iluminação
Fonte: A Tribuna - 03.12.2011
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São Paulo - O campus da Universidade de São Paulo (USP), na Zona Oeste da capital paulista, deverá receber um novo sistema de iluminação em 2012. O projeto prevê a instalação de sete mil pontos de luz em toda a Cidade Universitária. Atualmente, existem pouco mais de 3 mil e de tecnologia obsoleta.
Segundo a USP, a nova iluminação terá como objetivo garantir maior segurança aos pedestres e motoristas que circulam pelo campus. O edital licitatório deve ser lançado ainda neste mês de dezembro. A instituição disse esperar que até o final de 2012 todo o projeto tenha sido implantado. A iluminação deficiente na Cidade Universitária é uma das reivindicações dos alunos, que reclamam de assaltos. No dia 28 de outubro, alguns universitários da USP entraram em confronto com a Polícia Militar, após a detenção de três estudantes. Segundo a PM, eles estavam com maconha. A partir deste dia, uma série de protestos contra a presença da PM no campus teve início, culminando com a invasão da reitoria da universidade. Eles alegam que não é atribuição da Polícia Militar patrulhar a Cidade Universitária. A má iluminação do campus é um dos poucos pontos de comum acordo entre os estudantes que apoiam os protestos e os que são contra. Um grupo de universitários chegou a fazer uma passeata à noite com velas e lanternas, para mostrar as vias sem luz. De acordo com os alunos, as ruas menos iluminadas facilitam a ação de criminosos. Segundo a instituição, o projeto para a renovação da iluminação foi aprovado em julho deste ano, antes mesmo dos protestos começarem. Economia Outro objetivo da reformulação é reduzir a quantidade de energia gasta atualmente. A universidade informou que, apesar do aumento do número de pontos iluminados, a economia de energia será de até 15%. Lâmpadas de luz branca e de LED deverão ser utilizadas, além de tecnologias que usam a energia solar como fonte de alimentação. |
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